Natural do Rio de Janeiro, o professor José Carlos de Arruda nasceu em 1957, graduou-se em Letras pela Faculdade Gama e Souza, com especialidade em português / literatura.
sexta-feira, 9 de agosto de 2024
DOCE FANTASIA
terça-feira, 6 de agosto de 2024
BRASIL CORDEL ALINHADO
AVIL – ACADEMIA VIRTUAL INTERNACIONAL DE LITERATURA
Acadêmico Imortal: José Carlos de Arruda
Cadeira: 01
Patrono: J. G. de Araújo Jorge
Postagem Extra de: 06/08/2024
BRASIL, CORDEL ALINHADO
Quando eu era criança
queria ser um soldado.
Tinha muita esperança
de um dia ser respeitado.
Ao ver quase tudo mudar,
não é como antigamente
que vivia a embalar,
os sonhos em minha mente.
Para onde vai meu Brasil?
Tanta gente criticando!
Saudade eu tenho sim,
da época de outrora
orgulho dentro de mim
que hoje não mais vigora.
Parece ser a idade
chegando sem nos avisar,
sentado como um abade
não posso mais aprosar.
JOSÉ CARLOS DE ARRUDA
Professor e Poeta
Rio de Janeiro/RJ -
Brasil
Direitos Reservados de Autor, na forma da lei.
sexta-feira, 2 de agosto de 2024
CRIANÇA (PRESENTE DIVINO)
AVIL – ACADEMIA VIRTUAL INTERNACIONAL DE LITERATURA
Acadêmico Imortal: José Carlos de Arruda
Cadeira: 01
Patrono: J. G. de Araújo Jorge
Postagem Extra de: 02/08/2024
CRIANÇA
(PRESENTE DIVINO)
A criança vive no momento da concepção.
Milagre que acontece no útero materno.
A comunicação com o mundo exterior
desde muito cedo começa.
Não deixe nem um minuto seu filho
mantenha-o grudado embaixo das asas.
O mundo é muito cruel.
Sinta-se feliz com ele.
Tantas mulheres querem ser mães
e você, não dá a devida atenção.
O arrependimento é doído.
Viva todo dia intensamente.
Não chore “lágrimas de sangue” amanhã.
Tenha-o, consigo hoje
Ensina-o, o caminho do bem.
Você é responsável, por toda vida.
JOSÉ CARLOS DE ARRUDA
Professor e Poeta
Rio de Janeiro/RJ - Brasil
Direitos Reservados, Lei 9.610 de 19/02/1998
(conforme artigos 28 e 29).
sábado, 22 de junho de 2024
ALUSÃO À FEMINILIDADE
AVIL – ACADEMIA VIRTUAL INTERNACIONAL DE LITERATURA
Acadêmico Imortal: José Carlos de Arruda
Cadeira: 01
Patrono: J. G. de Araújo Jorge
Postagem Extra de: 09/06/2024
ALUSÃO À FEMINILIDADE
Mulher essência do que é
divino,
missionária da felicidade.
Mulher tão macia quanto
linho fino,
Uma presença que alegra toda
a cidade.
Companheira, amiga e
honesta.
Água que mata a sede daquele
que a tem.
Existe aquela que para os
olhos é uma festa,
Quando não maltrata faz bem.
Mulher teorema não utilizado
na matemática,
mas usada e aclamada nos
cálculos da vida.
Excelente quando carinhosa,
terrível quando apática.
Sempre necessária nunca
suprimida.
Mulher um poço de infinitas
recordações,
sangue que corre nas veias,
vasos e capilares,
tão forte que chega a
alterar corações.
Mulher a que é boa, nunca
tem similares.
Mulher é o complemento que
falta para suprir as energias.
É o cálcio do osso, a
vitamina na gripe, o analgésico na dor.
Às vezes aborrece, todavia
dá alegrias.
Tão meiga quanto uma flor.
Nasceu, cresceu, amadureceu
e chegou.
Na hora certa, no dia exato,
na noite alegre.
Viu o homem, deu-lhe a mão e
ou amou.
É uma pena que fosse tão
breve.
Mulher reúne virtudes,
carência e mágoas,
Ilusão, alegria e tristeza.
Estância mineral, fonte de
águas
E ainda possui beleza, zelo
e sutileza.
Mulher tão linda que é uma
preciosidade,
Mas nestes termos falada
Será sempre uma raridade.
Por isso terá de ser amada.
Rio de Janeiro, 14/02/1974
JOSÉ CARLOS DE ARRUDA
Professor e Poeta
Rio de Janeiro/RJ -
Brasil
Direitos Reservados de Autor, na forma da lei.
domingo, 12 de maio de 2024
HOMENAGEM ÀS MÃES
AVIL – ACADEMIA VIRTUAL INTERNACIONAL DE LITERATURA
Acadêmico Imortal: José Carlos de Arruda
Cadeira: 01
Patrono: J. G. de Araújo Jorge
Postagem Extra de: 11/05/2024
HOMENAGEM ÀS MÃES
Dela se nasce, cresce e vive.
Alguns cuidam e tratam bem sempre.
Outros só um prato de comida.
Abandonada nos cantos da casa.
Com o passar da idade, piora.
Tantas dificuldades já passou,
Mas é forte e resiste as dores.
Dói na alma e também na carne.
No seu dia, beijos e abraços.
E no decorrer do ano, frieza.
Indiferença e zero respeito.
Mesa farta e comida cara.
Mensagem do filho que está fora.
Mas o que ela quer é carinho.
Respeito e amor sem limites.
Nunca seja um filho ingrato.
Cuide bem, enquanto você a tem.
Dia das mães, são todos os dias.
JOSÉ CARLOS DE ARRUDA
Professor e Poeta
Rio de Janeiro/RJ -
Brasil
Direitos Reservados, Lei 9.610 de 19/02/1998
(conforme artigos 28 e 29).
quinta-feira, 11 de abril de 2024
COMO PROMOVER A CULTURA DE PAZ
AVIL – ACADEMIA VIRTUAL INTERNACIONAL DE LITERATURA
Acadêmico Imortal: José Carlos de Arruda
Cadeira: 01
Patrono: J. G. de Araújo Jorge
Postagem Extra de: 10/04/2024
COMO PROMOVER A CULTURA DE PAZ
Respeito a vida, a natureza, os animais.
Não a violência.
Ser bom, generoso, amável e cortêz.
Ouvir, analisar fatos cruciais, com atenção.
Preservação do planeta.
Ser solidário e altruísta.
Respeito, empatia, tolerância e cooperação.
Nenhum tipo de discriminação.
Sociedade mais justa e pacífica.
Não as guerras, Não ao ódio.
Não ao feminicídio.
Respeitar as diferenças.
Respeitar as mulheres, crianças e idosos
Inclusão social em todos os sentidos.
Difundir com ênfase estas idéias nos grupos sociais aos
quais você pertence.
E muito mais do que tudo isso:
Cultivar a paz dentro de você, isto é fundamental.
JOSÉ CARLOS DE ARRUDA
Professor e Poeta
Rio de Janeiro/RJ -
Brasil
Direitos Reservados, Lei 9.610 de 19/02/1998
(conforme artigos 28 e 29).
terça-feira, 6 de fevereiro de 2024
PENSE NISSO
AVIL – ACADEMIA VIRTUAL INTERNACIONAL DE LITERATURA
Acadêmico Imortal: José Carlos de Arruda
Cadeira: 01
Patrono: J. G. de Araújo Jorge
Postagem Extra de: 06/02/2024
PENSE
NISSO
Eu vi um morador de rua
sentado à beira da estrada. Ele, queixando-se comigo, dizia sentir dor. Quando
perguntei aonde era a dor, sua resposta foi a seguinte: - dor de frio corroendo
meus ossos e dor de fome destruindo meu estômago. – Daí, pensei como seria essa
dor? E no meu inconsciente, acho que sabia como seria. Porém somente quem passa
por essa e outras necessidades básicas
Eu vejo assim: uma dor tão
forte, que incomoda e maltrata tanto como se fosse uma navalha cortando. É dor
física e dor moral. A pior forma de degradação humana, no meu pensar, é a
miséria, doença crônica, que está mais perto de nós, do que pensamos.
Quando falo de assuntos
dessa natureza é porque tenho conhecimento e autoridade para falar, por isso
sinto-me à vontade para explanar a situação vexatória das pessoas menos
favorecidas e injustamente tratadas pela sociedade em geral. O que mais me
choca e causa repugnância é ouvir um “almofadinha burguês” dando “pitaco”
fazendo considerações ridículas sobre a pobreza.
JOSÉ CARLOS DE ARRUDA
Professor e Poeta
Rio de Janeiro/RJ -
Brasil
Direitos Reservados, Lei 9.610 de 19/02/1998
(conforme artigos 28 e 29).
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